terça-feira, 21 de abril de 2009

Sentry efetua atendimento à Alvin

National Deep Submergence Facility's (NDSF) novos veículos autónomos submarinos Sentry cumpre o submersível Alvin durante um ensaio expedição off Bermudas, em Abril de 2006. Sentry robótica submarina é um veículo utilizado para explorar as profundezas do oceano. Muitas vezes é utilizado para apoiar Alvin pelo levantamento dos grandes swaths oceânicos para determinar os melhores locais para exploração close-up. Sentry é slated para aderir ao NDSF em 2008. A National Science Foundation apoiou a construção da Sentry (sob concessão OCE 06-44290), até o final, mas não incluindo ensaios cruzeiro em Abril de 2008, que foi apoiada pelo Woods Hole Oceanographic Institution's acesso ao programa mar.
NDSF está hospedado no Woods Hole Oceanographic Institution (WHOI) que, desde 1964, tem funcionado de mar profundo veículos exploração para o benefício de toda a comunidade E.U. oceanográficos. NDSF federal é um centro que opera, mantém e coordena o uso de três vital profundo oceano veículos: o homem ocupado veículo (HOV) Alvin, o veículo operado remotamente (ROV) Jason / Medea, e os veículos submarinos autónomos (AUV) ABE / Sentry. Quer mergulhar 4.500 metros (14.764 pés) ou permanecendo submersos por vários dias, cada um único veículo oferece ferramentas para explorar os mistérios do oceano abaixo da superfície.
O NDSF é patrocinado pela National Science Foundation, o Instituto de Pesquisa Naval e da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica. O funcionamento é gerido pelo WHOI e supervisionado pela Universidade Nacional-Laboratório Oceanográfico System (UNOLS), uma organização de 62 instituições acadêmicas e laboratórios nacionais envolvidos na investigação marinha. (Data da Imagem: Abril de 2008) [Ver imagem relacionada Aqui.]
Crédito: Chris German, WHOI

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Telefônica na mira de crackers?

Em São Paulo, ataques comprometeram navegação dos internautas que utilizam o serviço de Banda Larga da Telefônica (Speedy) e foram causados por "milhões de PCs contaminados com programas maliciosos" do próprios usuários.
Os problemas no Speedy, que começaram na segunda-feira (06/04), foram causados por ataques de crackers, segundo analistas de segurança ouvidos pela reportagem do IDG Now!. "Nesse ataque específico, o objetivo é mesmo causar problema para a empresa", afirmou Eduardo Godinho, gerente técnico da Trend Micro, empresa que desenvolve softwares de segurança para computadores.
Os ataques congestionaram os servidores da Telefônica, impedindo que a operadora pudesse prestar o serviço. Por meio de comunicado, a companhia admitiu que foi alvo "de ações deliberadas e de origem externa", mas não mencionou abertamente que estava sendo atacada por crackers.
Denny Roger, diretor da Epsec, empresa que presta consultoria de segurança, "desconfia que os ataques foram causados por um vírus ainda não identificado". "Não é só a Telefônica que está tendo problemas, outros sites estão sendo atacados", disse. Segundo Roger, esses ataques são feitos por computadores contaminados, que agem de maneira a sobrecarregar um servidor.
Por isso, o especialista acredita que existem milhões de computadores contaminados com esse programa malicioso. "Tem muito computador contaminado, porque para derrubar a Telefônica precisa de muita força bruta. É na casa de milhões de pessoas contaminadas."
Roger explica ainda que "a origem do ataque muda constantemente", tornando o trabalho da equipe de segurança da operadora mais difícil. Assim que um computador é bloqueado, por exemplo, outro começa a atacar a Telefônica, mantendo o serviço indisponível.
Para Gabriel Menegatti, diretor de tecnologia da F-Secure, isenta a Telefônica de culpa. "Não adianta, você pode ter a tecnologia de ponta, e os crackers desenvolvem algo mais evoluído. É uma briga de gato e rato", disse.  
Menegatti defende, no entanto, que o caso seja investigado a fundo e os culpados, punidos. "O ponto principal é não deixar essa situação impune. É preciso investigar de onde veio toda essa demanda e chegar no causador. Senão, vamos ter mais ataques." O especialista acredita que é possível "chegar à fonte exata". "Pode demorar um pouco, mas é possível."
Enquanto isso, Eduardo Godinho, da Trend Micro, afirmou ter notícias de que a Telefônica "está tentando mover os usuários do Speedy para outros servidores". Esses assinantes usariam uma rede separada e livre de ataques. "Mas não é tão simples, assim, pelo número de usuários."
Contatada pela reportagem, a Telefônica disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que não tem informações sobre se irá ressarcir os usuários pelos problemas no acesso nem como isso será feito.
Fonte: IDGNOW

iPhone Popular?

Esta é antiga mas acho que vale a pena recordar.




Para que mais um Smart que "tira fotos, filma, toca MP3, toca MP4, usa apenas um Chip e outras coisas que os outros fazem, só por ser iPhone?
Existem má vontade mesmo é por parte dos "impositores" de impostos, que querem faturar nas costas dos "trouxas" (brasileiros) por querer comprar um produto importado e inovador e, como sempre, dar um sumiço nesta arrecadação. Deviam fazer um acordo com o país vizinho para que os brasileiro pudessem ter produtos mais interessantes e não ficar tentando empurrar, a qualquer custo produtos "nacionais" que nada mais é peças vindo de fora à moda deles, montadas, muitas vezes, por empresa, indiretamente deles mesmos.
Bom, deixa eu parar porque senão descarrego toda minha IRA apenas neste poste.
É uma que os brasileiro que ainda não tem um iPhone e quiserem ter um, de forma legal, que o tenha sem um dos mais essenciais recursos em Smart (Wi-Fi (wireless)).
Paciência. Estamos no Brasil; não é mesmo? Somos obrigados a sermos brasileiros... Até quando só seremos tapetes? Quando é que passaremos a ser um jarro de flores?